Em um canto acolhedor de Oxford, onde as fórmulas matemáticas se encontram com as brincadeiras, o genial Marcus du Sautoy resolveu abalar a percepção tradicional do ser humano. Esqueça o Homo sapiens, aquele que sabe. Esqueça até mesmo o Homo faber, aquele que faz. A nova era é do Homo ludens — o ser humano que joga.
Imagine que estamos todos em um gigantesco tabuleiro de Catan, onde cada movimento pode ser a diferença entre uma cidade florescente ou um deserto de areia. Marcus defende que, desde os tempos mais remotos, foi a nossa capacidade de jogar que realmente moldou nossa civilização. Quem diria que enquanto pensávamos estar criando civilizações, estávamos, na verdade, apenas jogando um grande e antigo jogo?
Em Around the World in Eighty Games, du Sautoy nos leva numa viagem de Ur a Wordle, revelando como jogos são os verdadeiros passaportes para mundos mágicos e matemáticos. Eles nos forçam a pensar como Sherlock Holmes e a negociar como Han Solo.
E o que dizer da economia criativa digital e da educação criativa? Bem, esses são os novos tabuleiros de jogo onde podemos explorar, inovar e crescer. Incorporar o jogo na educação e no trabalho pode ser a chave para desbloquear potencialidades ocultas e criar um futuro onde aprender é tão viciante quanto uma partida de Catan.
Então, ao invés de ficarmos apenas sentados pensando, que tal jogarmos mais? Vamos descobrir novas regras, criar estratégias épicas e, quem sabe, dominar o mundo (ou pelo menos o tabuleiro).
Prontos para a próxima jogada? 🚀✨
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