Imagine isso: você tá lá, correndo numa esteira, construindo o império dos seus sonhos, enquanto a esteira tá acelerando sozinha. De repente, você percebe que o botão de “parar” tá lá atrás, do outro lado do ginásio. Você até sabe que está indo rápido demais, mas o ego grita: “Mais uma milha, campeão!”.

O que acontece quando nossa ambição, aquela que nos empurra pra subir montanhas, começa a nos empurrar de um precipício? E se o motor que nos move pra frente também for o que nos joga pra baixo? Se você já se sentiu como uma vela queimando nos dois extremos, seja bem-vindo ao clube dos Fundadores de Startups à beira do colapso.

O Problema de Ser Ambicioso Demais

Ser empreendedor e ambicioso é tipo o combo “burguer com batata”. A sociedade meio que espera isso da gente, né? Mas ninguém te avisa que comer hambúrguer todo dia vai acabar te empurrando pra uma consulta com o cardiologista. O mesmo acontece com a ambição: ela te alimenta, mas também pode te deixar completamente frito.

E olha, não é papo furado. Eu também já me encontrei naquele looping infernal de trabalhar como se fosse a última startup do planeta. Ninguém nasce o mais esperto ou o mais talentoso (ok, tem uns gênios por aí, mas quem se importa com eles, né?), mas se você nasceu com a combinação “ambição + disposição de trabalhar até o fim dos tempos”, meu amigo, isso é uma faca de dois gumes. E sim, às vezes a gente acaba com um corte feio nessa história.

“Shut Off Valve”? Nunca ouvi falar.

Quando comecei meu primeiro negócio, eu era tipo uma locomotiva. Não parava por nada. Sem dias de folga, sem Natal, Páscoa, sem nem tempo pra um “bom dia, mãe”. Sabe aquela sensação de orgulho do trabalho duro? Pois é, eu me alimentava disso. Mas o que eu não percebi foi que eu estava construindo uma armadilha pra mim mesmo. Meu benchmark virou: “Se não estou exausto, não estou fazendo o suficiente”. Pensa num beco sem saída!

A verdade é que não é normal trabalhar até falhar. E, ironicamente, enquanto escrevo isso, já faz 24 meses que não tiro uma pausa decente. Parabéns pra mim! 🙃

E a sua saúde? Ah, essa… quem precisa, né?

Quer saber o que acontece quando a ambição não desliga? O corpo desliga! E olha que irônico: a gente sacrifica a saúde, achando que o sucesso vai compensar, mas quando a saúde se vai, quem precisa de sucesso? Tenho amigos empreendedores que jogam a saúde no lixo como se ela fosse uma moeda qualquer — mas adivinha? Essa moeda não volta.

Você tá aí, 100% ambicioso, mas quantos de vocês podem dizer que também estão 100% saudáveis? Sim, eu tô falando com você, jovem CEO que dorme 4 horas por noite…

Ambição + Julgamento Ruim = Combo Perigoso

Aqui vai outra pérola: a ambição não só te cansa, como te deixa meio burro. Ok, talvez “meio” seja gentileza. Quantas vezes eu ignorei completamente minha família pra me afundar em trabalho, achando que “tava fazendo a coisa certa”? Spoiler: não tava. Se algo pode ser feito, eu pensava, então tem que ser feito, mesmo que o custo fosse a minha própria sanidade.

Ambição, a Faca de Dois Gumes

A grande sacada é a seguinte: sua ambição é uma superpotência, mas se você deixar ela solta sem controle, ela vira um vilão. E eu aprendi isso da maneira mais difícil — com uma mão amiga que me deu aquele toque nada sutil: “Você tá fazendo isso porque pode, não porque deve.”

Moral da história? Nossa ambição é incrível, mas também pode ser o bicho-papão. E adivinhem só, controlar a ambição é nosso trabalho. Porque, no fim das contas, de que adianta conquistar o mundo se você não estiver por perto pra aproveitar?

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