Ah, o sonho de ser fundador! Liberdade, autonomia e milhões de equity no bolso, certo? Errado! Se você não for cuidadoso, pode acabar sendo “apenas mais um” dentro da sua própria startup, lutando com a sensação amarga de ser só um funcionário — enquanto o venture capital abocanha sua parte do bolo.

Como Isso Acontece?

Muitos fundadores começam com aquela vibe de dono absoluto, mas a cada rodada de investimento, aquela fatia suculenta de ações vai se esfarelando. No início, parece pequeno, mas quando você chega lá na frente e percebe que tem menos de 10% da empresa, é tipo um “Opa, virei só mais um peão no meu próprio jogo?”

Mas como diz o bom ditado: “não é só ter um pedaço do bolo, mas que bolo você tá cortando?” Afinal, 10% de um Tesla não é nada mal, mas a realidade é que nem todo mundo vai construir um Tesla. E enquanto os funcionários podem simplesmente pegar o boné e sair, o fundador tem que lidar com a pressão de ser o capitão de um navio que ele mal controla.

E Agora? O Que Fazer?

Se você tá sentindo que virou só mais um funcionário, não precisa se prender a isso para sempre. Sim, é possível largar o volante e procurar algo novo. Mas também é possível criar uma cultura interna que valorize a criatividade e a inovação, onde fundadores continuem sendo visionários em vez de só “executores de planilhas”.

Desenvolvimento Criativo no Contexto

Esse é o ponto em que Desenvolvimento Criativo entra em cena. Em vez de se deixar engolir por números e metas, que tal buscar soluções inovadoras e criativas para manter sua relevância como fundador? Transforme os desafios em oportunidades para criar novos produtos, pensar diferente e sair da caixa corporativa.


Como Lidar com Esse Dilema?

  • Exemplo na Cultura Pop: Lembra de Steve Jobs? Ele foi expulso da própria empresa, mas voltou mais tarde com ideias renovadas e colocou a Apple de volta no jogo. Criatividade não tem a ver só com controle — é sobre saber quando inovar, mesmo quando as coisas parecem perdidas.
  • Exemplo Real no Mercado: O fundador da Slack, Stewart Butterfield, pivotou duas vezes antes de chegar ao sucesso com a plataforma que todos conhecemos. Ele não ficou preso ao “primeiro sucesso” e soube reinventar o jogo quando necessário.

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