(Ou: como matar cérebros adolescentes lentamente com métodos do século XIX.)
Imagine uma sala de aula tão sem graça que faria até uma pedra procurar Wi-Fi. Agora preencha com adolescentes tentando parecer vivos enquanto ouvem sobre a Revolução Francesa pela 17ª vez — em PowerPoint bege.
Os professores? Heróis cansados, armados com pincéis sem tinta e um cronograma que considera “criatividade” uma ameaça à ordem mundial.
O resultado? Alunos com olhares vazios, andando em círculos, murmurando:
— “Pra que eu vou usar isso na vida?”
(sim, são zumbis. Mas com mochila.)
E o pior? A cura existe: storytelling, jogos, emoção, conexão.
Mas o sistema prefere aplicar o mesmo remédio velho e torcer pra funcionar — tipo homeopatia pedagógica.
Se não mudarmos, o apocalipse zumbi educacional não é “se”…
É “quando”.
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